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segunda-feira, 25 de maio de 2009

Empate Weightless

Esta é a forma mais fácil de montar uma amostra de plástico mole, não é utilizado qualquer peso para alem do peso do anzol.
Começa-se por atar um anzol à linha , este anzol pode ser Wide Gap ou do tipo texas, de seguida coloca-se a amostra no anzol, como demonstra a figura acima.
O tipo de amostras mais utilizados nesta montagem são: Jerkbaits e minhocas sem cauda.
Esta é a forma mais fácil de montar uma amostra de plástico mole, não é utilizado qualquer peso para alem do peso do anzol.
Começa-se por atar um anzol à linha , este anzol pode ser Wide Gap ou do tipo texas, de seguida coloca-se a amostra no anzol, como demonstra a figura acima.
O tipo de amostras mais utilizados nesta montagem são: Jerkbaits e minhocas sem cauda.

quinta-feira, 21 de maio de 2009

Empate Dropshot


Começa-se por atar à linha com um nó palomar um anzol do tipo Wide Gap ou um do tipo Yamamoto series 53 ( figura) e monta-se a amostra no anzol como mostra a figura, de modo a que a amostra se mova livremente e o anzol fique na horizontal.
A seguir coloca-se um chumbo especifico para o Dropshot ( figura ) entre os 30 cm e os 100 cm de distancia da amostra
O tipo de amostras mais utilizados nesta montagem são: minhocas com e sem cauda, lagostins, grubs e jerkbaits.

quarta-feira, 20 de maio de 2009

Empate Splitshot

Começa-se por atar um anzol do tipo texas ou Wide Gap e monta-se a amostra no anzol como mostra a figura, de modo a que a ponta do anzol não fure o corpo da amostra se for uma zona com muita vegetação ou então de maneira a que o anzol fique com a ponta exposta em zonas limpas.
A seguir coloca-se um ou dois chumbo fendidos entre os 30 cm e os 100 cm de distancia da amostra
O tipo de amostras mais utilizados nesta montagem são: salamandras, minhocas com e sem cauda, lagostins, grubs e por vezes jerkbaits.

terça-feira, 19 de maio de 2009

Empate Carolina

Começa-se por enfiar a linha numa chumbada cónica ou oval e uma missanga, irão deslizar livremente na linha depois prende-se um destrocedor à ponta da linha. No outro lado do destrocedor ata-se então um pouco de linha com um tamanho entre os 40 cm e os 150 cm que irá depender das condições encontradas no local.
A seguir ata-se um anzol do tipo texas ou Wide Gap e monta-se a amostra no anzol como mostra a figura, de modo a que a ponta do anzol não fure o corpo da amostra se for uma zona com muita vegetação ou então de maneira a que o anzol fique com a ponta exposta em zonas limpas.
O tipo de amostras mais utilizados nesta montagem são: salamandras ,minhocas com e sem cauda, lagostins e por vezes jerkbaits.

segunda-feira, 18 de maio de 2009

Empate Texas


Começa-se por enfiar a linha numa chumbada cónica, que irá deslizar livremente na linha. A seguir ata-se um anzol do tipo texas e monta-se a amostra no anzol como mostra a figura, de modo a que a ponta do anzol não fure o corpo da desta. O tipo de amostras mais utilizados nesta montagem são: minhocas com e sem cauda, grubs, lagostins e por vezes salamandras.

domingo, 17 de maio de 2009

Abertura 2009 - Barragem Aguieira

No passado sábado 16 de Maio deslocamo-nos á Aguieira. Como tinhamos pouco tempo devido a outros compromissos, optamos por pescar da margem durante duas horas.O tempo encontrava-se bastante nublado e com ameaça de chuva. Os achigãs não se mostraram activos, tendo apenas sentido um "toque" estando na altura a pescar com um jerkbait-Super Fluke.

video

terça-feira, 12 de maio de 2009

sexta-feira, 8 de maio de 2009

Alqueva...

Foi em Outubro de 2008 que as nossas deslocações á barragem do Alqueva começaram a ser mais frequentes, pescamos e caçamos, efectuando deslocações de 1000Km. Além da beleza da paisagem Alentejana incluido a imponente albufeira, lembramos os bons amigos que lá temos há alguns anos.



Alqueva: Petiscada com amigos após caçada às "perdizinhas"



Amigo Álvaro com um belo achigã de 53cm no verão de 2008

O Achigã

O Achigã

O achigã (Micropterus salmoides) foi classificado por Lacépède em 1802. Com origem no Este e Sul dos Estados Unidos e norte do México, foi introduzido (dado o seu interesse como peixe de pesca desportiva) em mais de cinquenta países de todos os continentes. Além do achigã (largemouth bass), existem no continente americano mais cinco espécies do género Micropterus: o smallmouth bass, o spotted bass, o redeye bass, o swannee bass e o guadalupe bass.A espécie foi introduzida em Portugal em 1952, sendo que actualmente está bem adaptada em toda Península Ibérica.


Caracteristicas

Peixe de aspecto compacto, ovalado, algo comprimido lateralmente. O achigã tem uma grande cabeça (com um tamanho de quase 1/3 do corpo) e uma boca enorme com a mandíbula inferior ligeiramente maior que a superior. Barbatana dorsal de base longa. Cor verde-escuro, azeitona, castanho ou cor parda no dorso e branco na superfície do ventre. Na parte lateral tem uma faixa irregular escura que vai desaparecendo com a idade. O achigã cresce durante quase toda a sua vida, se bem que esse crescimento dependerá directamente das águas em que habite e da sua alimentação. Na sua área original (Estados Unidos da América) podem superar 80 cm de comprimento e 6 kgs. de peso, mas nas nossas águas normalmente não passam dos 60 cm/ 3 kgs. Trata-se sobretudo de um peixe vocacionado para a pesca desportiva.Caracteriza-se como um peixe de águas temperadas ou pouco frias, habitando em locais com vegetação aquática nas barragens e lagoas, aparecendo também em alguns troços médios e inferiores dos rios, e habitualmente vive solitário ou em pequenos grupos.A visão é um dos sentidos mais desenvolvidos pelo achigã. A posição lateral dos seus olhos permite-lhe uma visão binocular perfeita dirigida para a frente e para o ataque, e uma visão monocular muito grande de cada olho dirigida para os lados do corpo. Possui assim capacidade de focagem de 30 cm a 12 metros e visão a cores, sendo assim a sua arma mais importante a nível de localização e captura presas de que compõe o seu hábito alimentar.


Alimentação e reprodução

O achigã é carnívoro e alimenta-se de todos os tipos de vida animal. Os peixes jovens alimentam-se principalmente de insectos. Os peixes de adulto comem percas, lagostins de agua doce, cobras de agua doce, libelinhas e qualquer animal pequeno que seja apanhado numa emboscada. A sua alimentando ocorre em águas com a temperaturas a mais de 10º C. O achigã pouco se alimenta durante o Inverno, quando o seu metabolismo está diminuído.
Entre Abril a Junho, durante o período de reprodução, o macho tem um comportamento territorial, protegendo o ninho até as crias completarem cerca de um mês de idade. Após esse ciclo, permanece em cardumes pouco abundantes durante mais três ou quatro meses.A desova ocorre quando a temperatura da água atinge os 16 a 18ºC, cada fêmea coloca entre quatro mil a dez mil ovos em locais de fraca corrente e pouca profundidade, em ninhos feitos pelos machos sobre camadas de pedras, rocha, cascalho, areão ou entre raízes, ficando os ovos aderentes à base do ninho.

quinta-feira, 7 de maio de 2009

Bass Storm Team

Rio Tâmega Fevereiro 2009


Dupla dedicada à  pesca do Achigã (Micropterus salmoides), Robalo (Dicentrarchus labrax) e Truta (Salmo fário), constituída por José Cunha e Manuel Guedes. Neste Blog pretendemos mostrar um pouco as nossas jornadas assim como os métodos e técnicas de pesca. Contamos com a participação de todos.