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quarta-feira, 15 de junho de 2016

Costa Alentejana...Robalos de Junho


Aproveitando a ponte do dia de Portugal fui gozar uma semaninha de férias na Costa Alentejana…para variar!!!

No nosso cantinho consegue-se aliar a beleza do local, a praia, o descanso, a tranquilidade, a amizade, os convívios… as fantásticas Tertúlias da Raposa e um mar para as minhas fainas ao spinning.

Embora muito flat e águas transparentes nos dois primeiros dias, deu para verificar que existiam muitos fundões e excelentes cabeços, mal o mar mexesse certamente que os “lobos do mar” iriam aparecer. Aproveitei estes dias de mar parado para umas experiências ao surfcasting na companhia dos meus amigos e nem fui mal sucedido, tendo capturado umas bailas/várias e um belo linguado com 530 gramas.

De uma noite para outra o mar levantou-se e não permitiu qualquer tipo de faina durante o dia. As previsões indicavam que tal como se tinha levantado rapidamente o inverso iria acontecer… tal e qual!
 
Durante 4 dias ao amanhecer, com um mar fantástico, naquela hora padrão, os robalos começaram a caçar nos espumeiros junto à praia, os toques e capturas começaram a surgir predominantemente nos vinis.










Em Julho voltarei...

Material utilizado:
Cana: Shimano Biomaster 300mh
Carreto: Cinnetic Cinergy Small Tracker 4000x (excelente máquina)
Multifilamento: Sufix 832 0,18
Fluorcarbono: Cinnetic Mimetic 0,40
Amostras: Duo tide minnow slim, Daiwa Saltiga, Shimano silent assassin, Tackle House contact node, Black Minnow, Delalande swat shad, Patchinko e Yo-Zuri hydro pencil.

Pequeno video... 


quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

Momentos 2015

Desejo a todos  um Feliz Natal e que 2016 seja um ano de novas conquistas e muitas alegrias.
Felicidades a todos.

Video Momentos 2015


quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

Robalos e Tertúlias em Dezembro…na Raposa!


Tinha chegado finalmente o 5 de Dezembro e com o jipe carregado parti rumo ao Litoral Alentejano para uma desejada semana de spinning aos robalos. O objetivo era chegar a Pinheiro da Cruz por volta das 14 horas, mas uma avaria no jipe em plena A1, na zona de Pombal, obrigou-me por precaução a solicitar a assistência em viagem. Inicialmente stressei um pouco, mas logo a calma imperou e este contratempo foi ultrapassado com a chegada do reboque e transferência da bagagem para um táxi que me transportou ao Prior Velho, para levantar um carro de substituição. Eram 19:30 quando finalmente estacionei a viatura no destino…o muito simples mas paradisíaco “Fox Beach Resort”. Após a degustação de uma “bucha” e com o corpo a pedir, depois um dia muito atribulado, deitei-me e adormeci com o pensamento já no dia seguinte.

Eram cerca de 6:30 quando o barulho do mar me despertou, na cama continuei a ouvir o som das ondas, mas algo não me agradava. Levantei-me, e ainda no lusco-fusco dei uma olhada ao mar que tinha cerca de duas horas de enchente, verifiquei que períodos de acalmia eram interrompidos por 4 ou 5 vagas bem altas, que rebentavam longe e provavelmente muita areia levantavam, não gostei, mas podia ser com o subir da maré e mar mais grosso, a rebentação deixasse de levantar areia, permitindo aos robalos abeirarem-se. Tomei o pequeno-almoço e preparei-me para 2 horitas de pesca, não mais, porque havia que preparar o almoço combinado com os amigos…“Tripas à moda do Porto”. A maré enchia e as condições de mar não melhoraram tendo até o período de vaga aumentado. Mesmo assim, bati uma série de cabeços e fundões na espetativa de algum robalo deambular junto à praia, mas nem toque senti.

Os amigos foram chegando para a primeira tertúlia da semana, um almoço tipicamente nortenho...do Porto. O Ramiro e o Luís lá me foram contando que na semana anterior com menos mar tinham saído uns robalotes, o que me animou um pouco na esperança que o mar acalmasse. Com muito sol e uma temperatura fantástica iniciamos o almoço na mesa do coberto traseiro, ao ar livre. Desde reviver momentos do verão a pescarias, de tudo se falou um pouco, enquanto eram degustadas as deliciosas tripas acompanhas por um bom tinto do Douro. É bom, muito bom conviver com amigos deste calibre. Assim se passou uma excelente tarde de domingo na Raposa, com a promessa de que no feriado de 3ª feira se repetiria com umas favas à Alentejana. Há falta de pesca nada melhor do que umas “tainadas”!




Na segunda-feira o mar não deu sinal de melhoria e as previsões apontavam somente para 5ª feira uma quebra de mar. Foi sem “feeling” que durante a manhã coloquei na água todas as amostra e vinis que tinha na bolsa, robalos só avistei alguns na vaga bem ao longe. À tarde, com o regresso do Luís à Raposa, efetuamos um giro até à Comporta para verificar as condições de mar a norte, que se mostraram aceitáveis, para na manhã seguinte lá fazer uma faina. Ao fim da tarde já quase todos os “tertulianos” se encontravam na Raposa e como o mar não estava para pescas foi mais uma jantarada pela noite dentro.

Praia da Comporta
A terça-feira nasceu cinzenta, o mar mantinha-se sem condições naquele local, tal como o previsto, desloquei-me à Comporta. As condições de mar também eram más, com a vaga a quebrar longe e muita areia, de qualquer forma bem melhores do que na Raposa. Pesquei até cerca do meio-dia sem sentir qualquer toque, tal e qual como todos os pescadores com quem me cruzei…uma palete de “grades”! As favas esperavam-me e num instante já me regalava com as iguarias alentejanas…fantástico! E assim se passou mais uma bela tarde de convívio, em que sinceramente muito senti a ausência da minha mulher que também tanto gosta destes momentos.

copyright@Anabela
Tinha ainda dois dias e meio para me safar embora certamente a 4ª feira fosse para esquecer, o mar só na 5ª quebrava. Assim foi!

Praia da Raposa

Quando observei o mar na quinta-feira ao nascer do dia, o “feeling” voltou! Eram excelentes as condições, verdadeiramente robaleiras. Durante a manhã desloquei-me a sul até ao Pinheirinho e por incrível que pareça o peixe não colaborou, embora tenha visto muitos robalos a deambularem nas vagas, bom sinal! Ao almoço degustei um belo bife para retemperar as forças para a faina da tarde.

Durante a tarde, o sentido era norte, até ao Pego e voltar. Já pescava há cerca de meia hora com amostra favorita do Ramiro, quando ferro o primeiro robalo, que saudades daquelas cabeçadas! O Labrax kileiro retemperou-me as forças e a mente e uma hora mais tarde ferro outro do mesmo calibre. Até ao anoitecer não tive mais toques, regressei a casa no sentido de descansar umas horitas e efetuar a maré da madrugada.



A preia-mar era por volta das 2 horas da madrugada e o objetivo era pescar entre a meia-noite e as 5 horas. Já tinha mais de uma hora de faina quando sinto um forte ataque, mas o peixe não ferrou, parecia ser um bom robalo. Entretanto o tempo foi passando, a maré virou e já no regresso, na mesma cova onde à tarde tinha ferrado o primeiro robalo sinto um safanão na cana, drag a cantar e aquelas cabeçadas que tanto adoramos. Belo peixe na ponta da linha! Com um misto de calma e aquela ansiedade típica, coloquei com alguma facilidade o robalo a seco. Não sendo um grande tarolo, já era um belo peixe de 68cm e mais de 3kg. Ainda continuei a enviar plástico e vinil para a água mas aquele robalo era filho único. Deitei-me às 5 da manhã e dormitei cerca de 3 horas. Ainda fiz uma horita de pesca, tendo capturado um miki, prontamente devolvido. Estava na hora de arrumar a “tralha” e preparar o regresso ao Porto.


As previsões meteorológicas e de mar eram boas para a semana, mas enquanto o tempo se manteve bom, com temperaturas agradáveis e ausência de vento, já as do mar alteraram e na realidade só consegui ter condições desejadas no dia anterior ao regresso. De qualquer forma foi uma semana fantástica com companhia de bons amigos e inesquecíveis momentos…as verdadeiras Tertúlias da Raposa!

Luís, finalmente degustaste o verdadeiro sabor do vinho do Porto…é divinal!

Feliz Natal e desejos de um bom ano de 2016 a todos.



Material utilizado:
Canas: Cinnetic Seabass Explorer 3.30, Shimano Biosmaster 300 mh;
Carretos: Cinnetic Cautiva II 4500 ALU, Penn Conflict 4000;
Fios: Suffix 832 0,20 e  Cinnetic Mimetic fluorcarbono 0,40 (terminal);
Amostras c/capturas: Shimano silent assassin 160, Lucky Craft flash minnow 130 Zebra chart. shad, Daiwa tournament sw slender  14f 06; 

Cinnetic

terça-feira, 17 de novembro de 2015

Cinnetic Cautiva II 4500 ALU


Em 2013 adquiri por cerca de 50€ aquela que considero ser uma excelente cana de spinning e que grandes alegrias me tem dado, a Cinnetic Sea Bass Explorer 330.

A marca Cinnetic tem começado a afirmar-se no mercado pelo facto de apresentar produtos com uma excelente relação qualidade preço. Se da cana já tenho uma opinião extremamente positiva, faltava-me agora experimentar um carreto robusto que por terras espanholas e também por cá tem tido excelentes referências, estou a falar do Cinnetic Cautiva II 4500 ALU.


É bonito e robusto, talvez um nada pesadote, mas garanto-vos pelas fainas já efetuadas que estamos perante um carreto perfeito para o spinning em spots com maior dificuldade e onde seja necessário “apertar” mais com as capturas. Embora não seja um carreto rápido, adaptei-me muito facilmente e denota-se imediatamente a relação suavidade/força que ele tem.

Estamos definitivamente perante um carreto muito poderoso, preciso e com bons acabamentos, sem falhas até ao momento e com um preço “low-cost” surpreendente, máquina duradoura para “lutar” com os robalos!


Características:
  • Corpo e rotor em alumínio.         
  • 2 bobines em alumínio.
  • 6+1 rolamentos em aço inox (3 selados).
  • 389 gramas.
  •  Ratio 4,9:1 com 0,78m de r.p.v.
  • Guia de fios banhada a nitrato de titânio.
  •  Manivela de aluminio mecanizado.
  • Sistema de bobine de  oscilação paralela.
  • Sistema de anti retrocesso.
  • Eixo principal e parafusos exteriores em aço inox.
  • Drag máximo de 16Kg (muito bom)!
  • Bolsa.

quinta-feira, 30 de julho de 2015

Litoral Alentejano…férias, pesca e amigos!


Soube a pouco mas foi verdadeiramente intensa a quinzena de férias passada na praia da Raposa no litoral Alentejano. Desliguei-me quase por completo das stressantes atividades diárias, descansei a mente e fiz o que mais gosto num ambiente absolutamente relaxante.


O relógio despertava às 5 horas da manhã para o impreterível spinning ao amanhecer, apelidado por alguém de “hora sexual dos robalos” e foi efetivamente nessa hora que efetuei várias capturas, com alguns robalos de bom porte e outras completamente surpreendentes ao spinning da costa como o caso de um bonito-do- atlântico (sarrajão) com 1,3Kg que deu uma luta fantástica não sabendo eu inicialmente que espécie de peixe tinha na ponta da linha.


Recordo especialmente o dia do meu quinquagésimo aniversário, 15 de Julho. Como quase sempre levantei-me ao amanhecer, desloquei-me para o cabeço selecionado e comecei a pescar ainda na escuridão, estava meia maré e a vazar, o mar trabalhava certinho verdadeiramente robaleiro. Enquanto pensava para os meus botões e já clareava o dia…naquela hora, um forte ataque e umas valentes cabeçadas que fizeram disparar o drag, lá estava eu na luta com um belo robalo cheio de força, foram cerca de  20 segundos com muita adrenalina até deixar de sentir  o peixe…desferrou do vinil (Black Minnow 120 kaki)! Naquele momento caiu-me o céu e a terra, era certamente um grande robalo que tinha perdido, e logo no dia do meu aniversário. Após uns segundos a contemplar o mar com uma sensação inexplicável e quase de revolta pois estava a trabalhar tão bem o peixe, lá voltei a pegar na cana (Cinnetic explorer seabass 330). Bastante desmotivado lá continuei a faina e passados poucos minutos novo ataque, agora à amostra (Duo Tide Minnow Slim 175 sardine) e nova luta com outro Labrax cheio de força mas não tão grande como o anterior. Colocado a seco admirei o belo peixe (56cm-2,1Kg) não muito comprido mas bem gordinho e com um lombo fantástico, que foi um grande petisco escaladinho grelhado na brasa. O ânimo tinha voltado e o barrote desferrado já estava esquecido. É por estas e por outras que a pesca é uma grande paixão.


O Alentejo encanta-me pela paisagem, pela calma, pela caça e pesca, pela deliciosa gastronomia mas principalmente pelos bons amigos que lá tenho desde o Alqueva ao Litoral. O Ramiro e o Luis e as respetivas famílias são o exemplo do bem receber e da gentileza do povo Alentejano….ah… e os “miolos” que não são de miolos, preparados pela Anabela, simplesmente fantásticos, de comer e chorar por mais. Este ano a amizade foi cimentada e no inverno como prometido lá estarei para fazer uma semana de spinning aos grandes robalos na companhia destes exímios pescadores…entretanto no início de Setembro lá estarei mais uma semanita!

Ramiro, Zé e Luís
Não posso deixar de referir e lembrar a companhia fantástica da minha mulher que me enche de felicidade. No fim das férias e tal como eu já começava a enjoar o peixe do mar!

Tivemos também junto a nós uns amigos de palmo e meio que quase diariamente estendiam a toalha em nosso redor e se deliciavam a brincar connosco ou a ouvir umas belas histórias.

Miguel…aqueles chocolates só em Setembro!

 








Boas Férias!

quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

Pesca & Caça

Uma sexta-feira de férias e um fim-de-semana prolongado, com a manhã de 6ª  destinada a um spinning e parte de domingo com uma caçada às bravas perdizes em Várzea da Serra no alto de Santa Helena.

Com o dia a nascer e um mar em início de enchente com um aspecto fenomenal, verdadeiramente “robaleiro”, comecei a “bater” o spot  em leque e insistindo num caneiro que costuma ser produtivo com pouca água. Lançamento após lançamento e utilizando todo o arsenal seleccionado para as condições de mar existentes, era quase inacreditável como o peixe não dava sinal. Sentei-me um pouco e observei dois robalos a rasgarem diagonalmente a vaga com uma velocidade incrível…eles andam aí!!! Enquanto faço mais uns lançamentos aparece o amigo Cindo e inevitavelmente “duas de letra”. Posteriormente desloco-me um pouco a sul mas sem resultados. Passadas umas horas e já mais de meia-maré, o mar continuava a trabalhar bem e não podia desistir. Fui para o carro e desloquei-me para um pesqueiro cerca de 1 km a Norte na esperança de ainda safar a grade. Dito e feito! Ao 3º lançamento com uma Lucky Craft, ataque e ferragem mal comecei a recolher…ufff…que saudades de ouvir o carreto a “cantar” e com alguma facilidade consegui colocar o peixe (2.4Kg/60cm) a seco num areal entre as pedras.




Depois da captura de um belo robalinho só faltava mesmo um domingo com umas perdizes.

 A temperatura na serra ao nascer o dia era de 5 graus negativos, bem aconchegado lá comecei a caçar, já com o sol a raiar. Envolvendo a serra e cabeço atrás de cabeço lá encontrei um bando de perdizes, bem “esquentadas” e não dando hipótese de aproximação, mas mesmo assim consegui abater a primeira vermelhinha com um tiro muito largo (longe). Entretanto uma segunda algum tempo depois também já estava pendurada na cartucheira. Nos dias que correm um double de perdizes selvagens no Norte não é muito bom…é excelente!


Recordo que foi nesta serra, que o tio “Quim Tolinhas” ao meu lado, fez a sua última caçada e abateu a sua última perdiz e o quanto especial era este local para ele.

E assim foi  um fim-de-semana prolongado com Pesca & Caça.


segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Uma baila nas férias

Definitivamente este está a ser um ano mau, muito mau, o pior ano de capturas de robalos de que tenho memória. Aliado a esta ausência de robalos também a minha vida não me permitiu um maior número de investidas e assim sendo passaram meses sem nada publicar no blogue.


Entretanto chegaram uns dias de férias a serem gozados na costa Alentejana mais propriamente na praia da Raposa, com a expectativa de lá ferrar uns peixes ao romper do dia, tal como no ano transacto…a motivação estava em alta!

Nos primeiros dias e com o mar que mais um rio parecia, ainda efectuei investidas de madrugada e ao nascer do dia e nem toque senti. Encostei a cana   e somente efectuei mais algumas fainas quando o mar mexeu e foi nessa madrugada que finalmente consegui sentir peixe.  Após 2 toques e me ter fugido, já quase junto à areia um Kileiro lá consegui enganar uma baila, que grelhadinha e com molho de manteiga, soube que foi uma maravilha.



Nos dois dias que se seguiram o mar parou novamente e como tal nem pesquei. Embora desanimado com a pesca, aproveitei juntamente com a minha mulher, o belo sol e a gastronomia Alentejana que é do melhor. Lá voltarei na segunda semana de Setembro na esperança de mais e melhores capturas.


segunda-feira, 14 de abril de 2014

1º SpinningMania

Após o Workshop de spinning no dia 8 de Fevereiro, neste passado domingo realizou-se finalmente a 2ª parte do 1º SpinningMania,  o torneio de Spinning organizado pela Pescamania já adiado por três vezes devido ao mau tempo que se fez sentir durante todo o inverno.

Uma jornada bem passada em que mais importante do que a competição foi o encontro de amigos e também de desconhecidos que partilharam entre si a paixão pela pesca na vertente de spinning. Foi uma manhã de neblina  mas com boas condições de mar e efectivamente só faltou o peixe colaborar mais um pouco. No total foram efectuadas 6 capturas e o Pedro Oliveira foi o vencedor com um robalo de 1.580gr.

A dupla  Bass Storm Team esteve presente e tal como a maior parte dos concorrentes carregou uma bela grade…ainda tive um bom peixe ferrado, mas fugiu!!!

Desde já parabéns à organização e ficamos a aguardar o próximo SpinningMania!

Fotos by Pescamania.

O grupo

José Cunha

Manuel Guedes

BassStormTeam@2014- 1ºSpinningMania